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Australianos roubam a cena no Maresia Surf International

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australianos roubam a cena no maresia surf international
Os surfistas estrangeiros conseguiram maior destaque no segundo dia do Maresia Surf International na Praia Mole. Nas ondas de meio metro de altura com boa formação da quarta-feira ensolarada em Florianópolis, os australianos comandaram o show e superaram os recordes do catarinense Diego Rosa no primeiro dia. Adam Melling já assumiu a vice-liderança do ranking WQS com uma estréia espetacular na abertura da segunda fase. A nota 9,17 recebida em sua melhor apresentação foi a maior dos dois primeiros dias do evento que prossegue até domingo na Ilha de Santa Catarina. Ele ainda recebeu um 7,67 para totalizar 16,84 pontos, com Dion Atkinson atingindo 15,76, ambos passando dos 15,50 de Diego. Os gringos também venceram metade das dezoito baterias realizadas na quarta-feira na capital catarinense.

Apesar de já ter vindo algumas vezes para o Brasil, só agora estou conhecendo essa praia. É um beach break (fundo de areia) bem divertido e consegui pegar boas ondas na bateria, especialmente a que tirei nota 9,17, que abriu bem para fazer várias manobras”, contou Adam Melling, que se passar mais uma bateria já retoma a ponta do ranking. “Quero muito conquistar minha vaga para o ASP World Tour sendo campeão mundial do WQS”, sentenciou o australiano, que superou três brasileiros na sua bateria, Marcelo Trekinho (RJ), Davi de Jesus (SC) e Charlie Brown (CE).

Já seu compatriota, Dion Atkinson, atingiu o segundo maior placar do Maresia Surf International numa bateria 100% estrangeira. O veterano americano Cory Lopez ganhou a briga pela segunda vaga para a rodada dos 48 melhores, com ambos despachando o australiano Luke Munro e o único representante da Nova Zelândia, Bobby Hansen. Os quatro últimos confrontos da primeira fase abriram a quarta-feira e três deles terminaram com vitórias estrangeiras. Aliás, eles ganharam nove das dezoito baterias disputadas, até o resultado da 14.a da segunda fase.

Vice-campeão do 6 estrelas encerrado domingo na África do Sul, o australiano James Wood fez uma dobradinha com o americano Chris Waring contra o alagoano Tânio Barreto e o paranaense Caetano Vargas no penúltimo combate da primeira fase.
“Cheguei aqui às 3 da manhã e estou bem cansado ainda, não vejo a hora de ir dormir para recuperar o sono perdido, disse Wood. Deu altas ondas durante toda a semana lá em Ballito, mas o campeonato terminou em mar pequeno como aqui. Comecei meio devagar na bateria e tive sorte de achar uma onda regular logo no início que decidiu minha vitória, mas foi bem complicado competir tão cansado assim como estou. Vou descansar agora”, finalizou James.

O campeão da etapa sul-africana em Ballito também avançou em sua estréia, mas em segundo lugar na disputa vencida pelo carioca Pedro Henrique contra três estrangeiros. O norte-americano Tanner Gudauskas acabou superando o australiano Brent Dorrington e o francês Romain Cloitre. A alegria da classificação contrastou com a tristeza do seu irmão, Dane, que foi eliminado na bateria seguinte pelo carioca Leonardo Neves e o cearense Fábio Silva.

Foi uma pena, ele perdeu no finalzinho da bateria, mas competição é isso mesmo. Minha bateria também ferveu e bom que passei. Estou amarradão em estar aqui, o dia está lindo, com bastante gente na praia, meninas bonitas e bom que continuo no campeonato, falou Tanner Gudauskas, que também relembrou da sua primeira vitória importante no WQS. Pra falar a verdade, a ficha não caiu ainda. Dei uma subida boa no ranking, mas ainda é muito cedo para falar de classificação para o WCT. Meu irmão Patrick tava dentro até a última etapa do ano passado e ficou de fora, destacou.

Tanner Gudauskas alcançou a sexta posição no ranking com o título conquistado na África do Sul e os brasileiros querem aproveitar o fato de competirem em casa para entrarem na zona de classificação para o ASP World Tour. É o caso do carioca Leonardo Neves, que até o ano passado fez parte da elite mundial e estreou com vitória no Maresia Surf International. “A bateria foi difícil, as ondas demoraram pra entrar, mas achei duas ondinhas boas para passar. Foi uma bateria bem disputada e fiquei feliz também porque o Fábio Silva virou em cima do gringo no finalzinho”, falou Léo Neves.

NOVA GERAÇÃO - Dois representantes da nova geração brasileira também avançaram para a fase dos 48 melhores com vitórias. O paulista Miguel Pupo repetiu a ótima atuação da terça-feira, mas a grande surpresa foi o paulista Gabriel Medina, de 15 anos apenas, que derrotou três surfistas muito mais experientes. Entre eles, o sul-africano Travis Logie, que saiu da elite mundial em 2008 e ocupa a nona posição na lista dos 15 que o WQS classifica para o Dream Tour.

Foi uma bateria muito difícil. Comecei com uma onda fraca, mas fui me recuperando no decorrer da bateria para passar em primeiro. Estou muito feliz, vibrou Gabriel Medina. “Foi muito legal ganhar de um cara como o Travis Logie, do Hizunomê (Bettero) também que quase entrou no WCT no ano passado e estou com uma expectativa bem grande para este campeonato. Me adaptei bem ao mar daqui e vamos ver se consigo achar boas ondas nas próximas baterias”.

DOBRADINHA CATARINENSE - Medina ainda é amador e confidenciou que vai virar profissional na próxima temporada, então está competindo no Maresia Surf International mais para ganhar experiência. Já a maioria dos brasileiros está de olho nos 2.500 pontos do título na Praia Mole para poderem se aproximar ou até entrar no grupo dos 15 que sobem para o ASP World Tour. O catarinense Willian Cardoso ganhou uma etapa na Espanha em 2008, mas ainda não conseguiu reeditar as boas atuações esse ano. Ele acredita que pode entrar na briga com um bom resultado em Santa Catarina.

A primeira bateria é sempre difícil, mar pequeno, mas está perfeitinho e deu tudo certo. O Felipe Ximenes pegou uma onda melhor ali para vencer e bom que deu dobradinha catarinense na bateria”, festejou Willian. “Esses eventos em casa são muito importantes, a gente já está acostumado com as ondas aqui da Mole e com certeza pode ser um degrau para a gente ir subindo a escada para alcançar o objetivo, que é a classificação para o Dream Tour”,

O Maresia Surf International 2009 é patrocinado pela marca de surfwear Maresia e pelo Governo do Estado de Santa Catarina, através do FUNDESPORTE - Fundo de Incentivo ao Esporte da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. A realização é da Prefeitura de Florianópolis, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes, Fundação Municipal de Esportes, Federação Catarinense de Surf e Associação de Surf da Praia Mole. O evento também conta com apoio do Praia Mole Eco Village e das lojas de surfe Tent Beach, Aloha, Fissura, Planeta Surf, Ecológica, Surf Trip, Bahamas, Bali, Jamaica Surf Shop, Sumatra, New Look, Mabuya, Tow Side e Movie Action, além da cobertura oficial das revistas Fluir e Solto, Jornal Drop, site Waves e Rádio Jovem Pan FM, sendo transmitido ao vivo pelo www.aspsouthamerica.com.br
Fonte: Assessoria de Imprensa (09/07/2009)
 

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